que a nossa memória funcionasse
como fitas magnéticas: que em vez
de sinapses fôssemos como que
óxidos metálicos e nossas cabeças,
cabeçotes. por cima de ti bastaria
uma tira de fita adesiva e
sobre o que vivemos, eu gravaria
todo um conta-giros de silêncios

até que pra minha fita,
eu inventasse
uma nova ode
à alegria.

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